Marianna Ferrari
O oceano que se faz gota.
Sexta-feira, Fevereiro 17
Quarta-feira, Fevereiro 15
Algo que incomoda.
Essa voz ataca de novo. E resolvi deixar ela falar.
Eu simplesmente esqueci de todo aquele romantismo de amigos, de aproveitar a companhia, spend some time together... Parece tudo mentira, que a intenção era só uma, a mesma de sempre. Chega uma hora que enche o saco. Deu. É o limite esse. No final das contas é tanta repetição que a minha única reação é o fechamento. Eu não sei fazer diferente agora, eu só não consigo acreditar em mais uma vírgula de nada. Só me movo através do medo dentro disso e fico rodando... Às vezes me fechar é uma boa opção, me olhar um pouco sozinha e lembrar de novo quem eu sou no meio disso tudo. CADÊ EU?
Não faço a mínima ideia.
"Entrega" eu escuto dentro de mim, mas nem isso eu sei fazer. Entregar e esquecer, como? É muito melhor ficar no sofrimento achando que sou uma coitada, me remoendo e alimentando a crença de que não sou capaz de chegar onde eu quero chegar e que não sou capaz de me manter nesse sentimento bom, de que preciso de alguém para ficar bem. No final de tudo fico irritada com o objeto referência.
Eu compreendo que não sou isso e independente de algo daí tiver alguma verdade eu compreendo a loucura que entrei e que se apresentou uns dias atrás, e sei que essa loucura tato me fecha quanto afasta os outros de mim.
Eu simplesmente esqueci de todo aquele romantismo de amigos, de aproveitar a companhia, spend some time together... Parece tudo mentira, que a intenção era só uma, a mesma de sempre. Chega uma hora que enche o saco. Deu. É o limite esse. No final das contas é tanta repetição que a minha única reação é o fechamento. Eu não sei fazer diferente agora, eu só não consigo acreditar em mais uma vírgula de nada. Só me movo através do medo dentro disso e fico rodando... Às vezes me fechar é uma boa opção, me olhar um pouco sozinha e lembrar de novo quem eu sou no meio disso tudo. CADÊ EU?
Não faço a mínima ideia.
"Entrega" eu escuto dentro de mim, mas nem isso eu sei fazer. Entregar e esquecer, como? É muito melhor ficar no sofrimento achando que sou uma coitada, me remoendo e alimentando a crença de que não sou capaz de chegar onde eu quero chegar e que não sou capaz de me manter nesse sentimento bom, de que preciso de alguém para ficar bem. No final de tudo fico irritada com o objeto referência.
Eu compreendo que não sou isso e independente de algo daí tiver alguma verdade eu compreendo a loucura que entrei e que se apresentou uns dias atrás, e sei que essa loucura tato me fecha quanto afasta os outros de mim.
Tô falando de:
limite,
pessoas,
provações,
razões,
sentimentos
É muita coisa...
Carência, eu idealizado, padrões negativos dos pais, padrões negativos da sociedade, padrões negativos em relação ao feminino, intimidade com meu próprio corpo, o valor do meu trabalho, o meu valor, respeito comigo mesma, karma, falar menos, julgamento, inveja, ciúmes, pulsão de morte, medo, euforia, felicidade baseada no outro, sexo, amor por mim mesma, codependência, jogos de comparação... UFA!
Tô falando de:
apendizado,
limite,
provações
Quarta-feira, Fevereiro 1
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